Realmente, é uma reunião de planejamento atípica!

Todo o sistema participa – uma amostra de todos os envolvidos. Ou seja, mais diversidade e menos hierarquia do que normalmente se tem numa reunião de trabalho. Cada pessoa tem a chance de ser ouvida e de aprender outras maneiras de enxergar a tarefa a ser realizada.

Iniciamos com uma Abordagem para a mudança baseada em pontos fortes.
Antes de imaginarmos, juntos, as possibilidades futuras, primeiro nos re-conectamos com nossos principais fatores de sucesso – ou seja, coisas que nos permitem ser bem sucedidos quando estamos no nosso melhor.

As pessoas Auto-gerenciam seu trabalho, e usam Diálogo – e não “resolução de problemas” – como a principal ferramenta de mudança. Isso significa nos ajudarmos mutuamente, a fim de realizarmos as tarefas e assumirmos responsabilidade por nossas percepções e ações.

Pontos comuns e narrativa rica são o referencial – e não gestão de conflito ou negociação. Isto significa reconhecer nossas diferenças, ao invés de termos que reconciliá-las. Buscamos significado e direção em relatos que honrem e nos conectem à nossa “história como uma possibilidade positiva”.

Usamos a Investigação Apreciativa (IA) – apreciar significa valorizar – para entender tudo aquilo que valorizamos, que merece ser valorizado. Investigar significa estudar, fazer perguntas, buscar.
Assim, a IA é uma busca colaborativa para identificarmos e entendermos os pontos fortes da organização, seu potencial, suas maiores oportunidades e as maiores esperanças das pessoas para o futuro.

Ação inspirada em benefício do todo – Porque o sistema como um todo está representado, fica mais fácil tomar decisões mais rápidas e nos comprometermos com a ação, publicamente – abertamente, onde todos podem apoiar e ajudar a fazer acontecer. O movimento para a ação é guiado por inspiração interna, liderança compartilhada e iniciativa voluntária. As pessoas trabalham no que têm mais paixão, no que mais lhes interessa e no que acreditam que fará uma diferença positiva.

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  1. Leandro Cianconi

    Acho que uma metodologia como esta, apesar de não ser recente, é muito adequada num momento em que se anseia por mais autenticidade nas relações. A gestão de conflito é um processo torturante para todas as partes. Os participantes, por saberem que terão que ceder, estão mais preocupados em achar o equilíbrio do que em enxergar as oportunidades.

    Responder

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