E se pudéssemos criar espaços de aprendizagem informal nas localidades brasileiras que buscam desenvolvimento humano? Já pensou? Milhares de grupos de aprendizagem autônomos, espontâneos, pesquisando e aprendendo o que lhes parecer mais relevante, quando e onde desejarem. Parece sonho? Nem tanto. Os Arranjos Educativos Locais já começaram no Brasil, a partir da iniciativa de uma rede de pessoas que se expande a cada dia.

O AEL (Arranjos Educativos Locais) é uma forma de sistema sócio-educativo que pode ser implantada a partir de iniciativas individuais.

Os conceitos e ideias subjacentes no projeto AEL estão muito sintonizadas com as teorias e práticas que orbitam em torno do tema “sociedade em rede”. Trazem uma abordagem de estruturação baseada fortemente em redes distribuídas e emergência em sistemas complexos, mas sua operacionalização é extremamente simples!

Nos dias 9 e 10 de novembro alguns membros da Papagallis (Luiz Algarra e Lígia Giatti), participaram de um encontro de incentivo ao AEL que reuniu mais de 50 pessoas de todo o Brasil. O Instituto Vivo, através do Luiz Gugenberguer, apoiou o evento que aconteceu na sede da Vivo em São Paulo e estiveram conduzindo o encontro também o Augusto de Franco, Nilton Lessa e Luiz de Campos Jr.

Foram dois dias de reflexões sobre como organizar um AEL, com diversas novas ações de aprendizagem sendo propostas e experimentadas por pessoas de todo o Brasil. Para se inscrever no evento as pessoas se articularam em trios, uma exigência básica para iniciar um AEL, e compareceram com todo interesse.

Além desta iniciativa, também no Paraná um grupo se articula e já opera uma série de AEL com apoio do SESI e FIEP.

Bem, agora mais uma rede AEL está formada! Vamos seguindo neste projeto e mantendo todos informados com postagens aqui mesmo, ou então conheça mais detalhes diretamente no site do Vivo Educa.

Participei deste encontro sobre novos modelos de aprendizagem na Vivo onde pudemos discutir e propor caminhos para a implantação de diversos AEL (Arranjos Educativos Locais) no Brasil.

Foram dois dias muito intensos onde trios de cidadãos comuns ousaram desenhar ações locais de aprendizagem para suas comunidades a partir de conceitos de uma pedagogia livre e autônoma.

Augusto de Franco inspirou e orientou o encontro. Luis de Campos Júnior dos Românticos Conspiradores também contribui bastante. Nilton Lessa e Luís Guggenberger do Instituto Vivo participaram de corpo e alma.

Em breve teremos um novo encontro para conferirmos a quantas andam as iniciativas de AEL que surgiram nesta ocasião.

Valeu mesmo!

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