O mais interessante em nossa relação com Luciana Stein é que até agora tudo aconteceu a partir de conversações. Absolutamente curiosa, e com coragem de investigar qualquer indício de boa novidade, Luciana nos contatou a alguns meses para um café. Começamos conversando no Facebook, seguimos tentando uma agenda entrecortada pelas férias de verão e terminamos por nos conhecer em um encontro da Results On. Luciana queria saber mais. Na verdade acho que ela ainda quer saber mais. Essa é uma dinâmica que ela conserva em seu viver nestes dias de hoje.

Tivemos mais algumas conversas, ela esteve conosco em um encontro com Ignacio Muñoz na Papagallis, nos encontramos no The Hub, eu lhe pedi um conselho, conversamos um bocado e ela enviou uma mensagem pelo Facebook sobre um texto que estaria produzindo. O resultado vocês podem conferir aqui, no site da Trendroom. Luciana mergulhou no tema das conversações e trouxe uma porção de informações que nem nós da Papagallis, supostos especialistas, conhecíamos! Ficamos super contentes, claro. Seres humanos se ficam felizes quando se sentem vistos e ouvidos, e isto não é banal. Somos vistos e ouvidos por aqueles que nos cuidaram, pais, tios, avós e cuidadores afetivos. Estabelecemos coordenações recíproca quando alguém segue nos vendo, recursivamente, dia a dia, e estabelecemos uma dinâmica de conservação de nosso bem estar nestas coordenações de coordenações no fluir de nosso viver. Nos acompanhamos em uma história de troca de sinais, símbolos e significados que se modelam de acordo com nossa frequência de convivência. Andamos juntos, comemos juntos, amamos uns aos outros, nos exigimos e nos afastamos, para depois nos encontrarmos de novo, e de novo, mais uma vez. Alguém duvida que esta é nossa história, nossa trajetória epigenética de co-operação, co-inspiração? Isto é conversar, este é o “dar voltas juntos” que os humanos fazem a tantos milhões de anos e que nos trouxeram até este momento. Como eu disse, citando nosso amigo Ignacio Muñoz, falar não é conversar, e reflexão é ação! Bacan, hein? Foi bom conversar com você, Luciana. Obrigado pela escuta atenta. bjs

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