Publicação semestral sobre educação e negócios do LAB SSJ

Inspirado pelos escritos e conversas com meu amigo Jay Cross, escrevi um artigo para a edição número 1 da Revista LABORATÓRIO, publicação semestral sobre educação e negócios do LAB SSJ.

No texto comento que as organizações devem parar de pensar em aprendizagem como algo separado do trabalho, e começar a gerir esta convergência. Ninguém se dá ao luxo de poder esperar para ser treinado, temos que resolver tudo aqui e agora. E então a única maneira de manter-se a frente é aprendendo por si mesmo. A aprendizagem tornou-se o próprio trabalho.

Fiquei muito feliz com o resultado porque a edição caprichada da Revista LABORATÓRIO traz ainda neste número uma entrevista exclusiva com Lucilha Spindola, da Bayer, um artigo sobre como o uso de pronomes pode revelar traços de personalidade e uma reflexão sobre autonomia no processo de aprendizagem, de Conrado Schlochauer, Sócio-Diretor do LAB SSJ.

Também traz entrevistas com líderes de primeira viagem de grandes empresas como Unilever, AstraZeneca e ArcelorMittal, que falaram sobre os 90 dias iniciais, as expectativas e as dificuldades dessa transição.

Além da edição digital, a LABSSJ me ofereceu alguns exemplares impressos para oferecer em minha rede. Se você quiser ser um dos poucos a receber uma destas, deixe um comentário neste post sobre como seria possível medirmos o resultado da aprendizagem informal em uma empresa ou organização, ok?

Inscreva-se no site para baixar a revista e mais publicações: http://www.labssj.com.br/signup

Anúncios
    1. lalgarra

      Comente sobre como é possível avaliarmos o resultado da aprendizagem informal em empresas e organizações para concorrer à revista, meu caríssimo e popular pupilo!

      Responder

  1. Lisandro Gaertner

    Assunto espinhoso; Temos dificuldade de medir a dita aprendizagem “formal”, imagine a informal. Normalmente caímos na velha fórmula de medir o esforço (homem/hora treinamento) e esquecemos do resultado. O que já vi funcionar bem é cruzar os resultados da empresa com uma pesquisa de clima que contemple o impacto da “camaradagem” e da troca de conhecimentos entre os funcionários. O mais importante é saber quem é o público alvo dessa métrica e o que esperamos com ela? Medir pra quê? Pra justificar o investimento de recursos? OK, mas com parcimônia. Se avançarmos demais nessa medição, acabaremos, como diz o Jay Cross, vigiando o papo do cafezinho.

    Responder

  2. Nave.Org

    A maneira que vejo como realizar esta medição é através da evoluçaõ da obtenção deos novos conhecimentos, onde anteriormente não existia uma troca de informações e a partir da aprendizagem informal uma empresa / organização começar a trabalhar e compartilhar conhecimentos em redes independente de funções.

    Responder

  3. iuristorch

    Medir o resultado da aprendizagem informal… O grande desafio de tornar tangível e mensurável o intangível. Uma solução que vejo é medir através de pesquisas de opinião, sejam elas pesquisas de clima, avaliações de fim de projeto, avaliação de desempenho, onde se pergunte, por exemplo, “Os seus colegas colaboram / lhe ajudam quando você os procura para resolver problemas relacionados ao trabalho”, “O seu gestor está disponível quando você precisa de ajuda para conseguir as informações que precisa para realizar suas atividades”, “Neste projeto, o conhecimento necessário foi obtido com facilidade a partir da interação com a equipe ou outras áreas”.

    Responder

  4. Pinho

    A meu ver é possível perceber se o aprendizado esta ocorrendo, mas não dar uma nota, uma medida, de forma convencional ou formal.
    Aprendo muito ao longo do dia, conversando, convivendo, observando, ouvindo, acertando e errando, só descubro se apreendi de verdade, quando coloco em prática, não é a nota do desempenho que diz o quanto aprendi, é a minha satisfação e a de outros com o resultado apresentado.
    Acredito que muitas coisas realmente importantes e valiosas não podem ser mensuradas ou quantificadas, o aprendizado informal é uma destas coisas.
    O resultado final em uma organização ou empresa é produto das relações humanas, consequentemente do aprendizado informal do quanto às pessoas compartilham e trocam.

    Responder

  5. Banzai

    Alinho com o Pinho pois usar métricas formais para medir aprendizado informal. A tendência natural é usar o padrão mental predominante formal para querer enquadrar o aprendizado informal oportunizando o equivoco .
    Talvez possamos ter uma medida de “tendência de movimentação” do que absoluta, como mais , menos, igual aprendizado relativo ao “dia de ontem”, pois sera que aprendemos ou estamos sempre aprendendo e “desaprendendo” ?
    Para uma organizado a “métrica” poderia começar com cada um mas o mais valioso é o que o grupo aprendeu nas suas “relações/conexões talentosas” , isto é mais da equipe do que do
    Indivíduo .

    Responder

  6. Banzai

    Desculpem-me
    “Alinho com o Pinho pois usar métricas formais para medir aprendizado informal podemos cometer equívocos”

    Responder

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: